Tuesday | September 29, 2020

Jô Soares – Última Temporada!

Jô Soares voltou ao ar dia 28 Março 2016, com a última temporada do ‘Programa do Jô’ A Viver Magazine conseguiu através da Globo Internacional, nossa parceira de sempre, uma entrevista “exclusiva” com o apresentador mais querido do Brasil e dos brasileiros que o acompanham através da Globo Internacional, Confira!

“O apresentador se despede em grande estilo com entrevistas exclusivas e homenagens aos convidados “
As noites voltam a ficar mais divertidas com o ‘Programa do Jô’. Após 15 anos no ar, Jô Soares se prepara para estrear a última temporada do talk show mais querido do Brasil. E como toda despedida precisa de uma preparação especial, neste ano, o programa mistura as animadas entrevistas com homenagens a convidados marcantes para a história do ‘Programa do Jô’, e também para o próprio Gordo.
Além dos dois blocos de muito bate papo, a última parte da noite permanece destinada a números musicais, fatos interessantes ou perguntas da plateia aos entrevistados. Sem perder a atualidade e o toque jornalístico, o apresentador convida especialistas para debater os assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo. “Será um ano muito especial para mim porque são, no total, 28 anos de programas e quase 15 mil entrevistas em toda a minha carreira. Para 2016, vamos homenagear as pessoas que mais foram ao ‘Programado Jô’ e também tentar entrevistas com personalidades que foram apenas uma vez. E, claro, sem deixar de falar sobre o que está acontecendo naquela hora e naquele momento”, comenta Jô. A irreverência, o bom humor e a simpatia do apresentador, que conquistam não só o público como também muito dos convidados, estão garantidas nesta última temporada. “O melhor é quando uma pessoa não tão conhecida, de repente, conquista a plateia e ganha o programa. Eu me divirto muito, é esta a essência do programa”, conclui o apresentador, dedicado a fazer deste um ano inesquecível.
Chega ao fim o ‘Programa do Jô’, que balanço faz destes últimos 15 anos?
É bastante difícil fazer um balanço desses 15 anos no ar, assim como é complicado destacar algumas entrevistas dentre as quase 15 mil que fiz durante a minha carreira toda. O que fica são as lembranças das conversas com amigos, personalidades e também pessoas que não são tão conhecidas, mas que de repente conquistam a plateia e ganham o programa. Afinal, esse é o seu diferencial, ser uma grande tribuna para quem vai lá. E por isso dependemos muito dos convidados, isso que é o interessante do verdadeiro talk show, é um programa de bate-papo que depende da reação da plateia e do convidado. Além disso, fica também a lembrança de todo processo de construção de cada programa. Participo das reuniões de pauta, das reuniões de como será o andamento da semana. Em todos os programas que fiz na minha vida, sempre tive um envolvimento total, para dar certo e ser realmente a minha maneira, que é o que acho importante e marcante tanto para mim quanto para os espectadores.

Que novidades traz esta última temporada de 2016? O que os espetadores podem esperar do programa? Está preparando uma grande despedida?
Será especial um ano especial em todos os níveis e, para mim é especialíssimo, porque são, no total, 28 anos de programas de entrevistas. Em 2016, continuaremos com dois blocos de entrevistas no ‘Programa do Jô’ e um terceiro bloco em que apresentamos números de entrevistados, fatos interessantes do dia ou às vezes abrimos para perguntas da plateia. Estamos fazendo também um levantamento das pessoas que mais foram ao programa para homenagens e também vamos tentar entrevistas com personalidades que apenas foram uma vez ao programa.  Não temos nada montado ainda, principalmente porque o programa tem um lado jornalístico muito forte e depende muito também da atualidade, do que está acontecendo naquela hora e naquele momento.

E depois do ‘Programa do Jô’ o que vai fazer? Já tem planos?
Tem uma frase do economista Pedro Malan que sempre repito: “O futuro tem por ofício ser incerto”. Estou trabalhando em duas peças, “Histeria”, que trata de um encontro entre Freud e Salvador Dalí em Londres, um pouco antes da Guerra; e uma de Shakespeare: “Troilus e Cressida”, uma peça montada poucas vezes no Brasil, uma história que se passa no sétimo ano da Guerra de Troia. Eu estou sempre trabalhando, o meu trabalho é de lazer e eu gosto muito do que faço. E, no momento, estou me dedicando à última temporada do ‘Programa do Jô’.

Por que o ano de 2016 para terminar o ‘Programa do Jô’?
Há dois anos, conversei com o diretor-geral Carlos Henrique Schroder e marcamos uma data para pensar sobre uma finalização do programa. Achamos que em dois anos seria o tempo ideal de parar uma carreira belíssima e não ter perigo do programa se deteriorar, porque quero que saia do ar de uma forma digna.  As pessoas até hoje falam com muito carinho do ‘Viva o Gordo!’, do ‘Planeta dos Homens’, ‘Família Trapo’, tudo o que fiz deixei uma marca de simpatia e quero deixar saudades com o término do ‘Programa do Jô’.

Com que sentimento você se despede?
Eu acho que vai ser um ano surpreendente, em todos os sentidos, mas ainda tenho uma temporada inteira pela frente. Para mim é tão natural estar no ritmo de gravações que acho que só vou começar a me despedir no correr do ano.

Um Jô multifacetado. Até hoje, em que papel da sua vida se sentiu mais realizado?
Como disse, meu trabalho é de lazer e eu gosto muito do que faço, por isso sempre senti prazer, me senti realizado, em tudo que fiz. Contudo, minha primazia sempre foi e será a televisão. No momento, estou me dedicando à última temporada do ‘Programa do Jô’, mas tenho em mente outros projetos de televisão porque para mim sabático não é um ano, e sim descansar no sábado.