Saturday | September 26, 2020

Soma e segue. XC60 eleito “Melhor Carro do Mundo”

Março foi, decididamente, um mês histórico para a Volvo e para os seus SUV. Depois de o XC40 ter sido eleito Carro Europeu do Ano, o XC60 recebeu, em Nova Iorque, o troféu “World Car of the Year”.

Foi uma estreia para o construtor o sueco e uma espécie de “cereja no topo do bolo”: o XC60 foi eleito “Melhor Carro do Mundo 2018”, por um painel composto 82 jornalistas de meios especializados, em representação de 24 países, de todos os continentes.

O veredito do júri dos World Car Awards (WCA) segue-se a uma outra estreia, não menos relevante: antes da abertura do Salão Internacional de Genebra, soube-se que o novo Volvo XC40 venceu o Troféu Car of the Year. Galardão que, ao reunir um painel de jurados exclusivamente da Europa, faz do mais pequeno SUV sueco o “Carro Europeu do Ano”.

E foi também no âmbito suíço que o próprio homem que está à frente da Volvo teve o devido reconhecimento pelo trabalho que tem vindo a desenvolver na marca: Håkan Samuelsson, presidente e CEO da Volvo Cars, foi agraciado com o título World Car Person of the Year – ou seja, a personalidade que mais se distinguiu no universo automóvel, no entender dos jurados do WCA. Porquê? Razões haverá muitas, mas estas três estarão com certeza entre as mais relevantes: quatro anos consecutivos de aumento das vendas mundiais; crescimento dos resultados financeiros e operacionais e introdução das plataformas SCA (Scalable Product Architecture) e CMA (Compact Modular Architecture), as quais permitiram à marca revolucionar a sua gama e lançar sete novos modelos nos últimos três anos.

Convenhamos que o somatório destes três pr¨êmios não só é obra, como é a prova de que algo estava muito errado quando era a Ford que comandava os destinos da Volvo – uma “casa” que, pelo visto, sabe-se comandar tão bem que hoje ninguém imagina até onde poderá ir. Sobretudo, podendo contar com o “conforto” financeiro dos chineses da Geely, que ao contrário do que acontecia nos tempos em que eram os americanos a puxar os cordelinhos, pagam e exigem resultados, como seria de esperar, mas deixam que sejam os suecos com autonomia para desenhar os seus veículos e a decidir o melhor rumo para os seus produtos.