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Aprendendo com as formigas

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“Observe a formiga preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ela não tem nem chefe, nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena as suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento.” (Provérbios 6.6-8)

As formigas têm sido reconhecidas através dos tempos por  seus hábitos sociais, por sua capacidade de antever as situações e por sua maneira de economizar. Elas coletam sua comida nas estações corretas, comem as pontas dos grãos para prevenir que eles germinem e os armazenam em suas colônias até que seja necessário.

A Palavra de Deus nos exorta a “refletir nos caminhos dela”. Temos muito a aprender com as formigas, principalmente no que diz respeito ao trabalho, seja ele em casa ou fora de casa, na escola, na faculdade, na igreja etc. A preguiça é tida por muitos como uma coisa normal, mas para Deus isso muda de figura. A palavra traduzida nos versículos acima por “preguiçoso” também pode ser traduzida por “indolente”. Uma pessoa indolente é alguém que é também negligente e desleixado. A formiga é tida nas Escrituras por serem sábias (Provérbios 30.24-25). Apesar de seu pequeno tamanho, elas trabalham incessantemente por alimento, ou seja, aquilo que vai manter a colônia viva. Isso mesmo, a colônia, pois a vida de uma formiga gira em torno de dez dias.

Vemos então que as formigas trabalham sem parar por um bem maior e não para si próprias, pois nasceram formigas e foram chamadas para o trabalho. Podemos dizer que a PRONTIDÃO PARA O SERVIÇO é uma característica inerente das formigas. Semelhantemente, aqueles que são chamados por Deus para servirem aos outros, seja na igreja, seja em casa, seja em qualquer outro lugar, devem também trabalhar incessantemente e da melhor maneira a fim de cumprirem sua missão enquanto ainda estão aqui neste mundo: refletir a imagem de Deus através do testemunho!

Se a formiga, que não tem governante e nem supervisor trabalha com excelência, quanto mais devemos nós servir aos outros, sem que pessoas fiquem nos mandando fazer coisas e sem reclamações, de modo a realizarmos algo agradável aquEle que é digno do melhor que podermos fazer por Ele, dado tão alto preço pago naquela cruz em nosso favor. Não que tenhamos a intenção de retribuir o que Ele nos fez, o que seria impossível, mas sim porque Ele é digno de tudo aquilo que podemos oferecer de melhor. Não sejamos negligentes nem desleixados no nosso dia a dia. Se quisermos fazer a diferença devemos ser diferentes daqueles que gostam de empurrar as coisas “com a barriga” e glorificarmos a Deus a cada minuto do nosso dia!

“Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo. Quem cometer injustiça receberá de volta injustiça, e não haverá exceção para ninguém.” (Colossenses 3.23-25)