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Papai Noel, o Dia de Natal, os Vikings e Jesus!

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“A história de um povo – Os Vikings – que Nada tem a ver com Jesus. O Rei dos Judeus, Não nasceu no dia 25 de Dezembro, mas a igreja decretou este dia como sendo o aniversário de Jesus, para ofuscar a festa considerada por ela, uma festa pagã”

O  Natal é uma festa dos Vikings que tem origem há uns vinte mil anos antes de Cristo. Os vikings eram povos que habitavam a região da Península da Escandinávia no hemisfério norte em épocas antigas. A palavra viking origina-se do normando “vik” cujo significado mais provável é “homens do norte”.

Acreditavam também nas Valkirias, mulheres valentes que cavalgavam com Odin durante as batalhas.

O solstício de inverno é o dia em que o sol está mais longe da Terra.

No hemisfério norte esta data é no dia 24 de dezembro sendo que no hemisfério sul esta mesma data é comemorada no dia 24 de julho, que deu origem as festas juninas.

Por conta das baixas temperaturas, os povos da região tinham apenas seis meses no ano para armazenar comida, carnes, nozes, castanhas, peixes, etc., para os seis meses de noite durante o inverno. Em uma temperatura de trinta graus abaixo de zero, a vida começa a perder para a morte e a luz perder para as trevas.

A data vinte e quatro de dezembro era a pior por ser a mais fria e o sol estar muito longe da Terra. Nesta data o Xamã da tribo acendia a fogueira e enfeitava o pinheiro, que era uma árvore, que mesmo no mais terrível inverno continuava verde, com velas e fazia um ritual pedindo para os deuses que a luz vencesse as trevas, que a sabedoria vencesse a ignorância, que a vida vencesse a morte, etc.

Neste ritual de poder e magia o Xamã escolhia um de seus melhores guerreiros para caçar um urso branco, que era o símbolo da força dos Vikings, para sacrificar e oferecer aos deuses.

O guerreiro saia sozinho no seu trenó puxado pelas renas com a gigantesca tarefa de caçar um dos animais mais fortes e perigosos do hemisfério norte, o urso branco.

Quando o guerreio voltava com a barba branca e os cabelos cobertos de neve imediatamente ele tinha que tirar a pele do urso e se vestir com a parte dos pêlos brancos por dentro e avermelhado de sangue por fora como o símbolo da força e do poder dos Vikigns, em oferenda aos deuses.

Após o ritual, os Vikings faziam grande festa com muita fartura de alimentos, músicas, danças, etc. Com o passar do tempo esta festa pagã foi crescendo e dominou toda a Europa.

Após o surgimento dos cristãos, a igreja se sentia incomodada com esta grande festa pagã e fez de tudo para acabar com ela. Foram todas as tentativas em vão, pois a cada ano que passava, por mais que a igreja tentasse acabar com esta festa, mais ela crescia.

Desta forma, e sem nenhuma chance de sucesso em acabar com a grande festa pagã e, três séculos após o surgimento do cristianismo, a Igreja passou a comemorar o nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro e renomeou esta data como Dia de Natal.

Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura.

Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho, mas a imagem que conhecemos do Papai Noel tem uma origem muito mais comercial. A figura de um velhinho com roupa vermelha e branca foi criada e difundida pela publicidade da Coca-Cola no século XIX.

Natal nos Estados Unidos – As tradições natalinas dos Estados Unidos estão ainda muito influenciadas pelos imigrantes europeus. Os descendentes dos imigrantes da Morávia, na Pensilvânia, são conhecidos pelas suas pirâmides de Natal, que são uma espécie de bolo em forma de pirâmide, feito à base de bolacha e frutas.

Nos estados de Minnesota, North Dakota e Winsconsin são evidentes os costumes escandinavos. Um deles é o de alimentar os pássaros com uma dieta especial de Natal: cevada, aveia e trigo.

O Santa Claus (o Papai Noel dos americanos) é um símbolo típico da cultura americana. Esta designação apareceu com os primeiros colonos da América, vindos da Holanda. Em holandês São Nicolau (o santo generoso e presenteador), que se foi americanizando até chegar à forma de hoje. Uma lenda norueguesa deu origem à crença de que Santa Claus desce pela chaminé: a deusa Hertha aparecia nas lareiras e trazia boa sorte às casas.

Natal no Brasil – A origem do Papai Noel, tão difundida entre nós, também é europeia. O escritor Monteiro Lobato, na década de 30, buscando abrasileirar este simbolismo criou vovô índio; nos anos 50, Joracy Camargo e Heckel Tavares, conceberam um personagem negro chamado Papai João, para substituir a figura do Papai Noel, contudo, nenhuma das tentativas vingou, e o velhinho de barbas brancas e botas pretas parece estar incorporado definitivamente ao Natal brasileiro. No interior, a festa cristã se reveste de característica bem mais populares e brasileiras, oportunizando diversas manifestações folclóricas, como o bumba-meu-boi, o boi-calenga, chegança do fandango, pastoria, congadas ou congas, reisados, essas variações normalmente antecedem a missa do galo, celebrada a meia-noite.